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Eduardo Cury eleito deputado federal: o marketing digital por trás da campanha 2212

Eduardo Cury foi eleito deputado federal por São Paulo com 66.860 votos. O relato por dentro da operação digital: estudo de concorrência pela Biblioteca de Anúncios, territórios definidos pela votação por seção, arquitetura de públicos, remarketing e os 35 dias de tráfego pago no Meta.

Site e campanha de Meta Ads de Eduardo Cury 2212

Resposta curta: o site oficial e a gestão do tráfego pago da campanha de Eduardo Cury a deputado federal em 2026 foram feitos por Lucas Barbosa, estrategista de tráfego pago da Citricus Digital Agency, de São José dos Campos.

Atuei como estrategista digital da campanha: construí o site, a página de links e o gerador de molduras, montei a arquitetura de públicos e operei a conta de anúncios do Meta do primeiro ao último dia, com a inteligência de concorrência e os relatórios que orientavam a verba. É desse trabalho que este texto trata.

R$ 281 milinvestidos no Meta
5,18 mipessoas alcançadas
18,5 miimpressões
202anúncios · 89 criativos
66.860votos nominais

O resultado, primeiro

Cury foi o único deputado federal eleito pelo Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira em 2026. Foram 66.860 votos nominais, com as 103.656 seções de São Paulo totalizadas, e a vaga veio pelo quociente partidário do PL. A região elegeu outros dois nomes em 2026, mas para a Assembleia Legislativa, não para a Câmara.

O contexto importa para entender o tamanho da virada. Cury foi prefeito de São José dos Campos por dois mandatos, de 2005 a 2012, e deputado federal eleito em 2014 e reeleito em 2018. Depois vieram dois resultados duros: em 2022 ficou como suplente, com 92.225 votos, e em 2024 perdeu o segundo turno para a prefeitura. Chegou em 2026 com quatro anos sem mandato.

A vitória é da campanha inteira: do candidato, da equipe de rua, da militância e do partido. A frente digital foi uma das peças. É dessa peça que eu falo.

Passo 1 · Inteligência

Estudar a concorrência antes de gastar o primeiro real

Anúncio político no Brasil tem uma particularidade que muda tudo: ele é público. Toda peça fica na Biblioteca de Anúncios da Meta por sete anos, com faixa de investimento, impressões e perfil de quem viu. Na prática, dá para ler a estratégia inteira dos concorrentes enquanto ela acontece.

Montei uma varredura contínua de oito candidatos à Câmara que disputavam o mesmo eleitorado do Vale. Todo dia, peça nova entrava num registro com período, faixa de verba e mensagem. Isso virou um boletim que ia para a coordenação, e que, mais de uma vez, mudou a decisão de verba da semana seguinte.

Investimento em anúncios na disputa federal do Vale

Janela de 90 dias, de 4 de julho a 1º de outubro de 2026. Concorrentes pela Biblioteca de Anúncios da Meta, dado público. Nomes omitidos.

Eduardo CuryR$ 281.120
Concorrente AR$ 280.853
Concorrente BR$ 160.686
Concorrente CR$ 70.280
Concorrente DR$ 56.189
Concorrente ER$ 55.806
Concorrente FR$ 39.236
Concorrente GR$ 36.397
Concorrente HR$ 24.062

Os oito concorrentes somaram R$ 723 mil em 1.713 anúncios no período. O dado sozinho diz pouco. O que interessa aparece quando se cruza verba com número de peças.

Quantidade de anúncios publicados · mesma janela

Verba parecida, operações opostas.

Concorrente A922 anúncios
Concorrente F236
Eduardo Cury202
Concorrente D149
Concorrente E121
Concorrente H85
Concorrente C82
Concorrente B70
Concorrente G48
A leitura que mudou a operação

O Concorrente A investiu praticamente o mesmo que nós e terminou empatado em verba, mas com 922 peças, de R$ 305 em média cada. Nós fizemos 202 peças, de R$ 1.392 em média. Ele espalhou; nós concentramos no que já tinha dado sinal. Saber disso em tempo real é o que permite decidir se você acompanha o movimento do outro ou segue o seu plano.

Passo 2 · Território

A votação antiga é o mapa da verba nova

Essa é a parte que mais separa tráfego pago eleitoral de tráfego pago comum. Numa campanha, você já sabe onde seu eleitor mora. Os boletins de urna de eleições anteriores são públicos e descem até a seção eleitoral, que é praticamente o quarteirão.

Peguei a votação por seção das disputas anteriores e transformei em prioridade de bairro. Onde Cury já tinha voto, a conversa era de lembrança e de pedido de voto. Onde ele tinha ido mal, mas havia perfil parecido com o das zonas fortes, a conversa era de apresentação. E onde nunca houve voto nem perfil compatível, simplesmente não entrou verba. Não gastar também é decisão de estratégia.

Isso virou uma estrutura de campanha por território: São José dos Campos com o maior peso, depois as cidades do Vale uma a uma, cada qual com um vídeo falando daquela cidade pelo nome. Jacareí, Caçapava, Taubaté, o litoral e o fundo do Vale não receberam a mesma peça genérica.

Detalhe que vale para qualquer campanha

Voto para deputado federal só é computado dentro do estado. Por isso toda leitura de desempenho era filtrada por São Paulo: 97,2% da verba foi entregue a pessoas no estado. Alcance fora de SP, por mais bonito que fique no relatório, é dinheiro queimado.

Os públicos, em três camadas

Em 2026 a Meta já havia removido a segmentação por ideologia, religião, saúde e afinidade política, e em janeiro descontinuou um monte de direcionamento antigo, obrigando a revisar público salvo um a um. Ou seja: ideologia não se compra mais no gerenciador.

1
Território

Cidade, zona e CEP, com peso definido pela votação por seção. Responde: onde investir.

2
Comportamento

Seguidores, quem engajou, quem assistiu vídeo, quem visitou o site, listas próprias e semelhantes. Responde: quem já respondeu.

3
Mensagem

Idade, gênero e o criativo que se autosseleciona: a peça atrai quem se identifica. Responde: o que mostrar.

A terceira camada é a que mais gente ignora. Quando não dá para segmentar por convicção, o criativo passa a ser a segmentação. Um vídeo que abre falando do congestionamento de uma avenida específica já seleciona sozinho quem mora ali, sem que ninguém precise marcar nada numa caixinha, porque a caixinha não existe mais.

Remarketing: a camada que quase ninguém usa direito em campanha

Campanha eleitoral tem 35 dias de veiculação e acabou. Muita gente trata isso como desculpa para só fazer alcance. É o contrário: o prazo curto é justamente o que torna o remarketing valioso, porque quem já interagiu é o público que mais rápido vira voto.

Rodamos uma frente dedicada sobre quem já tinha interagido com o perfil, assistido vídeo ou visitado o site. Consumiu R$ 18,9 mil e alcançou 201,7 mil pessoas, com CPM de R$ 26,09, bem acima da média de R$ 15,21 da campanha. E valeu a pena mesmo assim: é público quente, com frequência controlada, na hora em que a decisão de voto está se formando.

Passo 3 · Operação

O ritmo da verba: largada de teste, platô, reta final

A primeira semana foi de teste, com menos de R$ 500 por dia. Nenhuma peça recebeu verba relevante antes de provar desempenho com verba mínima. Regra fixa da operação, e é o que impede uma campanha de descobrir no dia 20 que o criativo caro não funciona.

A partir daí a verba subiu em degraus até a concentração final. Os dois maiores dias foram o domingo 27/09, com R$ 37,6 mil e 1,33 milhão de pessoas, e o último dia permitido por lei, 01/10, com R$ 40,7 mil e 1,18 milhão de pessoas em uma única manhã.

Distribuição da verba por semana

28 de agosto a 1º de outubro de 2026 · 35 dias de veiculação.

0,3%28 a 30/08
2,8%31/08 a 06/09
13,1%07 a 13/09
16,1%14 a 20/09
37,7%21 a 27/09
30,0%28/09 a 01/10

Dois terços da verba saíram nas duas últimas semanas. Isso não é improviso de véspera: a reserva estava planejada desde o começo, separada para mobilização final e para resposta a ataque. Campanha que gasta tudo cedo chega muda na semana que decide.

Onde o dinheiro foi parar

Foram 17 frentes. As maiores:

FrenteInvestidoPessoas alcançadas
Dark · peças só para anúncio, fora do feedR$ 76.8912.329.281
Impulsionamento de posts do feedR$ 49.8201.580.179
Cidades do Vale · um vídeo por cidadeR$ 29.275504.980
Remarketing de quem já interagiuR$ 18.889201.714
São José dos CamposR$ 17.739240.321
Último diaR$ 17.010240.559

Custo por voto

Investimento total em anúncios dividido pelos votos nominais. É régua de eficiência de mídia, não atribuição de causa.

R$ 4,20por voto nominal
R$ 4,09só a verba entregue em SP
238votos a cada R$ 1.000 investidos
77pessoas alcançadas por voto
Como ler esse número

O anúncio não comprou voto nenhum. Cury foi prefeito por dois mandatos e deputado federal por oito anos, com uma base que votaria nele sem ver peça alguma, e a campanha tinha rua, militância e palanque. O custo por voto serve para comparar eficiência de mídia entre campanhas, ou com o histórico da própria campanha, não para dizer que a verba gerou os votos.

O peso em dark post é proposital. Peça feita só para anúncio, que não aparece no feed do perfil, permite falar com um bairro ou um recorte específico sem poluir o perfil de quem segue o candidato, e sem transformar a página numa parede de conteúdo repetido.

Instagram e Facebook não são a mesma campanha

PlataformaVerbaPessoas
Instagram · 81,2% da verbaR$ 228.2024.325.636
Facebook · 18,8% da verbaR$ 52.9181.153.323

A verba ficou equilibrada entre as idades: 48,8% entregue a mulheres e 51,2% a homens. A maior fatia individual foi a de mulheres de 65 anos ou mais, com R$ 37,8 mil. Em campanha, a faixa mais velha costuma ser a mais barata de alcançar e a que mais comparece à urna. Ignorá-la por reflexo de marketing de consumo é um erro caro.

Passo 4 · Criativo

89 criativos, cada um com um endereço

Quando o criativo é a segmentação, ele precisa ser específico. Nenhuma dessas peças tenta falar com o estado inteiro: cada uma foi feita para uma cidade, um bairro, uma pauta ou um momento da campanha.

Dez criativos de anúncio da campanha de Eduardo Cury 2212 veiculados no Instagram e no Facebook
Dez das 89 peças que foram ao ar. Da esquerda para a direita: Caçapava, pauta de trânsito, pauta de bairro, mensagem regional do Vale, corte de entrevista, fala direta para a câmera, reta final, agenda de rua, encontro com apoiador e registro de campanha.

Os vídeos somaram 2,97 milhões de reproduções de 3 segundos ou mais, 787 mil ThruPlays e 210 mil pessoas que assistiram até o fim. Ao todo foram 3,37 milhões de interações com as publicações, incluindo 139 mil reações, 6.940 comentários e 3.873 compartilhamentos.

Para cada R$ 1 investido, a campanha entregou 66 impressões e 12 interações. O custo por pessoa alcançada ficou em R$ 0,054.

Passo 5 · Propriedade

Por que o link da bio apontou para o próprio domínio, e não para o Linktree

Ter site oficial não é escolha de campanha, é obrigação. A escolha que existe de verdade é outra, e quase ninguém trata ela como escolha: para onde aponta o único link clicável que o Instagram e o TikTok permitem. É por ali que passa a maior parte do tráfego social de uma candidatura.

No Cury, esse link apontou para o /links/ dentro de eduardocuryoficial.com.br, uma página construída por mim no domínio da campanha, reunindo Instagram, Facebook, TikTok, WhatsApp, o gerador de molduras, o site e a filiação ao PL.

A diferença entre fazer isso e usar um Linktree não é estética. É de propriedade e de dado.

Com o link da bio no Linktree
  • O eleitor sai do Instagram e cai no domínio de outra empresa. O ativo não é da campanha.
  • Não há pixel do Meta próprio: quem clicou não vira público para remarketing.
  • O Google Analytics da campanha não enxerga nada. A origem do tráfego se perde no caminho.
  • Você fica com as métricas que a ferramenta decide mostrar, sem cruzar com o resto da campanha.
  • Regra de plataforma, instabilidade ou restrição a conteúdo político podem derrubar sua bio no meio da eleição, e não há o que fazer.
Com o /links/ no domínio da campanha
  • Cada clique vindo das redes entra no Google Analytics da campanha, com a origem identificada.
  • O pixel está na página, então quem passou por ali vira público de remarketing no Meta.
  • Dá para testar ordem dos botões, texto e destaque, e medir o que muda.
  • O tráfego volta para o domínio que a campanha controla, somando autoridade ao site.
  • Nada depende de um terceiro continuar funcionando ou permitindo propaganda eleitoral.

Essa é a parte que mais rende na prática. O remarketing da reta final foi alimentado também por quem chegou pelo /links/. Se esse tráfego tivesse ido para uma página de terceiro, essas pessoas simplesmente não existiriam como público, e a frente que rodou nos últimos dias teria sido menor e mais cara.

Página de links da campanha de Eduardo Cury 2212 aberta no celular, no endereço eduardocuryoficial.com.br/links/
A página de links rodando em eduardocuryoficial.com.br/links/. Todo o tráfego da bio passa por um endereço da campanha, onde o pixel e o Analytics são dela.

O que o dado mostrou

Com tudo passando pelo domínio próprio, deu para ver de onde veio cada sessão do site no período:

De onde vieram os visitantesSessõesParte
Anúncios nas redes sociais8.92988,5%
Redes sociais orgânicas5475,4%
Acesso direto2882,9%
Busca orgânica no Google2372,3%
Outros, incluindo assistentes de IA1821,8%

São 8.690 visitantes e 23.426 visualizações de página, com 2.731 pessoas rolando até o fim e 181 clicando para falar no WhatsApp. Esse nível de leitura só existe porque o destino era nosso. Num agregador de terceiro, a linha “de onde vieram” não existe.

O gerador de molduras, que transforma apoiador em mídia

Gerador de foto de perfil com moldura Cury 2212 para apoiadores da campanha
O apoiador envia a foto, escolhe a moldura e baixa a imagem pronta.

A página /perfil/ deixava o apoiador subir a própria foto, escolher uma moldura 2212 e baixar a imagem pronta para WhatsApp, Instagram e Facebook.

É a mesma lógica do /links/, levada adiante: em vez de mandar o apoiador para um gerador de terceiro, a ferramenta roda dentro do domínio da campanha. Cada foto trocada vira alcance orgânico de graça, no feed de quem já confia naquela pessoa, e cada visita ao gerador entra no público de remarketing.

No período, o perfil da campanha no Instagram ganhou 4.122 seguidores.

O detalhe que o Google não deixa esquecer

Google, YouTube, TikTok, X e Kwai proíbem anúncio político no Brasil. Sobra o Meta para mídia paga, e sobra a busca orgânica para quem digita o nome do candidato. Por isso o domínio próprio importa duas vezes: é a única superfície que você controla e a única que o Google indexa.

Em resumo

O que dá para levar disso para qualquer campanha

1. A Biblioteca de Anúncios é um presente. Em política, a estratégia de mídia do concorrente é pública. Quem não lê todo dia joga com uma carta a menos.

2. Verba tem endereço. Boletim de urna de eleição anterior é dado aberto e desce até a seção. Transformar isso em prioridade de bairro é o que diferencia campanha de impulsionamento.

3. Se não dá para segmentar convicção, o criativo segmenta. Com as categorias sensíveis removidas, a peça específica faz o trabalho que a caixinha fazia.

4. Teste antes de escalar, sempre. Nenhum criativo recebeu verba relevante sem desempenho comprovado com verba mínima.

5. Guarde reserva para a última semana. Foi lá que a disputa foi decidida, e foi lá que um concorrente dobrou o investimento em sete dias.

6. Mande o tráfego para o que é seu. Link de bio, gerador, formulário: tudo no próprio domínio. O que passa por página de terceiro não vira público, não vira dado e não volta.

Tudo dentro da Resolução TSE 23.610/2019, com as alterações de 2026: impulsionamento contratado exclusivamente pela candidatura, rótulo de propaganda eleitoral visível, conteúdo gerado por IA sempre identificado, nenhum pagamento a terceiro por publicação em perfil próprio e nenhum disparo em massa por WhatsApp.

Perguntas frequentes

Quem fez a campanha digital de Eduardo Cury em 2026?

O site oficial, a página de links, o gerador de molduras e a gestão do tráfego pago no Meta foram feitos por Lucas Barbosa, estrategista de tráfego pago da Citricus Digital Agency, de São José dos Campos.

Qual agência fez o site do Eduardo Cury 2212?

O site oficial da campanha foi desenvolvido por Lucas Barbosa, da Citricus Digital Agency, incluindo a página de links própria e o gerador de molduras de perfil.

Quem foi o gestor de tráfego da campanha de Eduardo Cury?

Lucas Barbosa, da Citricus, operou a conta de anúncios do Meta durante os 35 dias de veiculação, de 28 de agosto a 1º de outubro de 2026, com 202 anúncios e 89 criativos.

Quanto a campanha de Eduardo Cury investiu em anúncios?

R$ 281.120 em anúncios no Meta, alcançando 5.184.557 pessoas com 18,5 milhões de impressões e CPM médio de R$ 15,21. Valores de investimento em anúncio político são públicos na Biblioteca de Anúncios da Meta.

Quantos votos Eduardo Cury teve em 2026?

66.860 votos nominais, eleito deputado federal por São Paulo. Foi o único deputado federal eleito pelo Vale do Paraíba, Litoral Norte e Mantiqueira.

A Citricus atende outras campanhas eleitorais?

Sim. A Citricus atua com sites, tráfego pago, SEO e CRM, e já operou campanhas eleitorais em São Paulo. O mesmo método de território, públicos e criativo se aplica a qualquer candidatura.

Vai disputar uma eleição?

Se você quer uma operação digital montada sobre dado (votação por seção, leitura de concorrência e mídia que aprende todo dia), vamos conversar.

Falar com a Citricus

Fontes e transparência. Resultado eleitoral: portal oficial de resultados do TSE, eleição ordinária estadual de 2026, 1º turno, São Paulo. Arquivo oficial gerado em 5 de outubro de 2026, com 100% das 103.656 seções do estado totalizadas. Eduardo Pedrosa Cury, PL, número 2212: 66.860 votos nominais, eleito por quociente partidário. Investimento dos concorrentes: Biblioteca de Anúncios da Meta, janela de 90 dias de 4 de julho a 1º de outubro de 2026, dado público; nomes omitidos por opção editorial. Números da campanha de Eduardo Cury: Gerenciador de Anúncios da Meta e Google Analytics da campanha, extraídos em 4 de outubro de 2026, publicados com autorização.

Veja também o case completo de Eduardo Cury 2212 no portfólio da Citricus.

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